Ficamos.
A maior parte das agências entrega e sai de cena. A VM2 acompanha a plataforma depois do lançamento, participa das decisões e aparece quando surge problema que ninguém tinha previsto.
A VM2 trabalha nesse espaço desde 1998. O cliente traz o problema, a gente cuida da engenharia. Quando essa conversa funciona, a relação dura. Alguns clientes estão com a gente há mais de 15 anos.
Plataformas digitais para empresas que precisam delas funcionando todos os dias.
A VM2 constrói desde o site corporativo que precisa estar no ar amanhã até o sistema web customizado que integra com cinco ERPs diferentes. No meio do caminho: e-commerce, portais B2B e B2C, landing pages de produto, plataformas de treinamento, funil de vendas e soluções com IA. Tudo com a mesma equipe que vai manter depois.
Comecei a VM2 em 1998 desenvolvendo os primeiros sites corporativos que muitas empresas grandes estavam fazendo pela primeira vez. Naquela época, colocar uma empresa na internet já era o projeto inteiro.
De lá pra cá, o mercado mudou muitas vezes. SEO, marketing digital, mobile, sistemas complexos, IA. Cada onda matou agências que não se adaptaram. A gente se adaptou em todas, mas não porque a gente corre atrás de tendência. A gente se adaptou porque os clientes continuaram precisando, e quando você fica perto do cliente, você evolui junto.
Em 2007 a gente construiu o próprio CMS porque nenhum do mercado resolvia o que as grandes corporações pediam. No mesmo ano, montamos uma operação interna de desenvolvimento que funciona até hoje. São decisões que só fazem sentido quando você pensa em ficar, não em entregar e sair.
Hoje, 27 anos depois, tem cliente que está com a gente desde o começo. Não porque assinou contrato longo. Porque a relação continua fazendo sentido.
A maior parte das agências entrega e sai de cena. A VM2 acompanha a plataforma depois do lançamento, participa das decisões e aparece quando surge problema que ninguém tinha previsto.
Não começamos pelo escopo. Começamos pela conversa com quem decide, quem opera e quem mantém os sistemas que já rodam. Só depois disso a gente propõe.
O time que vai manter a plataforma daqui a cinco anos precisa entender o que foi feito e por quê. Isso muda como a gente escolhe tecnologia, documenta e testa.
De sites em HTML puro em 1998 a agentes de IA em 2025. A VM2 não correu atrás de tendência. Ficou perto dos clientes e evoluiu junto. São 27 anos, mais de 6.000 projetos, e relações que duram mais de 15 anos.
A internet comercial no Brasil existia desde 1995. Sites eram feitos em HTML puro com tabelas pra layout, GIFs animados e contadores de visita. O Internet Explorer 4 e o Netscape Navigator dividiam o mercado. O Google nem existia ainda (seria fundado em setembro de 1998). Flash 2 permitia as primeiras animações, mas poucos navegadores tinham o plugin.
Início da operação desenvolvendo os primeiros sites corporativos. Muitas empresas grandes estavam colocando sua marca na internet pela primeira vez. A VM2 nasceu nesse momento — construindo pra quem ainda estava aprendendo o que "ter um site" significava.
A Microsoft lançou o .NET Framework 1.0 e o ASP.NET em fevereiro de 2002, junto com a linguagem C#. Isso permitiu criar sistemas web complexos com lógica de negócio real. Em 2003, o CSS Zen Garden de Dave Shea demonstrou que era possível fazer layout inteiro com CSS, sem tabelas HTML. Jeffrey Zeldman publicou "Designing with Web Standards" no mesmo ano. WordPress também nasceu em 2003, ainda como plataforma de blog. O movimento tableless ganhou força.
Migração dos projetos pra estrutura tableless (CSS). Adoção do ASP.NET com C# como stack de desenvolvimento. Isso posicionou a VM2 não só como agência de sites, mas como desenvolvedora de sistemas web pra grandes empresas: portais B2B, intranets, extranets com lógica de negócio complexa.
O Google já dominava buscas globalmente desde 2004, e no Brasil ganhava terreno rapidamente sobre o Cadê e o Yahoo. SEO virou disciplina: meta tags, link building, PageRank. O Google AdWords (lançado em 2000, renomeado Google Ads em 2018) se popularizou como canal de mídia paga no Brasil. O termo "Web 2.0" foi cunhado por Tim O'Reilly em 2004 — blogs, wikis, conteúdo gerado pelo usuário.
Integração de SEO e estratégias de marketing digital ao portfólio. O site deixou de ser vitrine e virou ferramenta de aquisição — com posicionamento em buscadores e campanhas de mídia paga. A VM2 passou a entregar não só o site, mas a estratégia de como ele seria encontrado.
O Flash vivia seu auge desde o Flash MX 2004 — sites inteiros eram construídos com animações, transições e vídeos. Flash 3D (com Papervision3D e Away3D) permitia efeitos tridimensionais no navegador. Em janeiro de 2007, Steve Jobs apresentou o iPhone na Macworld, e em 29 de junho ele foi lançado ao público. A web mobile ainda era quase inexistente — mas a semente da revolução que mataria o Flash estava plantada. No mundo dos CMSs, WordPress crescia rápido, mas ainda não servia pra sites corporativos enterprise. Drupal e Joomla disputavam esse espaço.
Nenhum CMS do mercado resolvia o que as grandes corporações pediam: controle granular de permissões, workflows de aprovação complexos, integração com sistemas internos. A VM2 construiu o próprio. Esse CMS rodou (e continua rodando) em operações enterprise que precisam de controle que o WordPress nunca vai oferecer. No mesmo período, a VM2 estruturou uma operação interna de desenvolvimento com capacidade de produção em escala pra projetos simultâneos.
O Facebook abriu pro público geral em setembro de 2006 (antes era só pra universitários com .edu) e explodiu entre 2007-2009. O Twitter, lançado em 2006, virou canal de comunicação corporativa. Em 2008, o Facebook ultrapassou o MySpace em usuários. Empresas começaram a precisar de "presença em redes sociais" e agências que faziam só site tiveram que aprender gestão de comunidade e produção de conteúdo. WordPress 2.5 e 2.7 (2008) trouxeram melhorias significativas de interface e começaram a transformar ele de blog em CMS.
Início dos serviços de gestão de mídia e produção de conteúdo para redes sociais. Expansão da equipe. A VM2 deixou de ser "agência de site" e virou parceira de comunicação digital contínua, presente no dia a dia do cliente, não só na entrega do projeto.
Em abril de 2010, Steve Jobs publicou a carta "Thoughts on Flash", rejeitando Flash no iPhone e iPad. A Adobe encerrou o desenvolvimento do Flash pra mobile em novembro de 2011. HTML5 já era adotado amplamente, com CSS3 trazendo animações, transições e media queries nativas. O e-commerce brasileiro crescia mais de 20% ao ano. Plataformas como VTEX ganhavam tração nacional, e empresas B2B que vendiam só por representantes começaram a precisar de portais de pedidos online. Integração com ERPs (SAP, TOTVS, Oracle) virou requisito padrão.
A VM2 trabalhava com Flash desde 2002, criando sites e soluções interativas inteiros na tecnologia. Quando o mercado mudou (bloqueio no iPhone, responsividade, SEO), a produção foi ajustada antes mesmo da migração completa pra HTML5. No mesmo período, assim como fez com o CMS em 2007, a VM2 desenvolveu sua própria plataforma de e-commerce B2C e B2B. O motivo foi o mesmo: clientes corporativos que não conseguiam se adaptar às soluções de prateleira do mercado.
Em maio de 2010, Ethan Marcotte publicou "Responsive Web Design" na A List Apart. Luke Wroblewski publicou "Mobile First" em 2011, propondo projetar primeiro pra tela pequena. A App Store já tinha mais de 300 mil apps. O Chrome ultrapassou o Internet Explorer como navegador mais usado em maio de 2012. O conceito de UX ganhou corpo fora do Vale do Silício: testes de usabilidade, personas e análise heurística viraram etapas formais de projeto.
Aplicativos mobile e sistemas complexos pra grandes corporações. Responsive design nos projetos web. Serviços formais de Arquitetura da Informação, UX e análise heurística. O foco mudou: não bastava construir a plataforma certa, era preciso que funcionasse em qualquer tela e que alguém tivesse pensado na experiência de quem ia usar.
Em novembro de 2016, o Google anunciou mobile-first indexing. A implementação gradual começou em 2018. SEO deixou de ser "palavras-chave no texto" e virou disciplina técnica: velocidade de carregamento, acessibilidade, estrutura semântica, HTTPS obrigatório. Ao mesmo tempo, plataformas LMS se multiplicaram. Empresas grandes passaram a treinar forças de vendas, distribuidores e pontos de venda por plataformas digitais. Conteúdo interativo (vídeos, quizzes, gamificação) virou padrão.
O SEO da VM2 passou a ser integrado ao desenvolvimento desde o início do projeto, como requisito de engenharia, não como camada posterior. No mesmo período, a VM2 viveu o boom do EAD corporativo. A empresa já desenvolvia plataformas de ensino a distância antes, mas a demanda cresceu de forma expressiva: treinamento de força de vendas, distribuidores e parceiros com conteúdo interativo e acompanhamento de performance.
COVID-19 forçou empresas a digitalizar tudo. E-commerce explodiu. Intranets e ferramentas de trabalho remoto viraram prioridade. Plataformas de EAD tiveram demanda recorde. Empresas que não tinham presença digital sólida foram forçadas a criar — em semanas, não em meses.
A demanda cresceu em velocidade que a VM2 não via há anos. Clientes aceleraram digitalizações que estavam paradas. Projetos que levariam semestres foram comprimidos em sprints curtas. Nesse período, a operação ultrapassou a marca de 5.000 projetos entregues.
DALL-E 2 (abril 2022) e Midjourney v1 (julho 2022) inauguraram a geração de imagens por IA acessível ao público. Stable Diffusion (agosto 2022) democratizou o acesso com código aberto. Em novembro, o ChatGPT (baseado em GPT-3.5) foi lançado e atingiu 100 milhões de usuários em dois meses — o app de consumo que cresceu mais rápido na história. O GitHub Copilot foi lançado comercialmente em junho de 2022. A IA deixou de ser assunto de laboratório e virou ferramenta de trabalho.
A VM2 começou a estudar os benefícios técnicos da IA nas soluções que construía. Não como produto separado, mas como camada potencial das plataformas que já existiam. Enquanto o mercado experimentava, a VM2 investigava onde a IA fazia sentido de verdade nos projetos dos clientes.
GPT-4 Turbo, Claude 3, Gemini 1.5 Pro e Llama 3 levaram LLMs a outro patamar de capacidade. Cursor, o IDE com IA integrada, ganhou tração rápida como alternativa ao VS Code + Copilot. Perplexity consolidou-se como buscador conversacional com citações. Modelos open-source (Llama 3, Mixtral) democratizaram acesso a LLMs potentes. A IA saiu do "experimento com chatbot" e entrou em fluxos de trabalho reais: geração e revisão de código, análise de documentos, automação de processos.
A partir de 2023, a VM2 passou da exploração pra implementação: chatbots inteligentes, automação de processos, integração de modelos de linguagem em sistemas de clientes. Em 2024, a operação já incluía validação de código assistida por IA, agentes autônomos pra processos de negócio e LLMs integrados a sistemas corporativos. 27 anos depois da fundação, a postura é a mesma: a VM2 não corre atrás de tendência. Fica perto do cliente e evolui junto.
Claude Code (Anthropic, maio 2025) tornou-se em poucos meses a ferramenta de código com IA mais usada. OpenAI lançou o Codex como agente de engenharia de software em maio de 2025. Cursor cresceu 35% em nove meses. Midjourney v7 (abril 2025) trouxe geração de vídeo e 3D. 95% dos desenvolvedores pesquisados usam IA semanalmente. Agentes autônomos deixaram de ser conceito e viraram ferramenta diária.
A VM2 incorpora IA no fluxo de desenvolvimento, validação e sustentação das plataformas que constrói. Não vende IA como produto separado. Integra como camada dos projetos pra resolver problemas concretos dos clientes: da geração de código assistida ao monitoramento inteligente de plataformas em produção.
Mais de 6.000 projetos entregues desde 1998. Cada logo aqui representa uma parceria que deixou marca.
É só trazer sua ideia ou desafio que a gente cuida do resto.